Por Marina Lutz

The Marina Experiment was created for my therapist, to illustrate how the “evidence” I found in my fathers archive made me feel. I was in therapy when I uncovered the archive, and initially I brought each item into therapy to discuss. I would bring my fathers reel-to-reel tape recorder and play each audio tape, and sometimes I would just bring in one photograph to talk about. Eventually I taught myself to edit on my computer because I thought editing would be a good way for me to organize all my fathers documentation; I started by editing very short scenes. I had read an interview with David Lynch, who said that he writes scenes on index cards and then shuffles them to make a movie, so that’s what I did with my edited scenes, simply shuffled them and placed them side by side to make my film. One day I showed it to a good friend and she said “You should send this to a film festival,” so I did, and it won Best Documentary. Suddenly, I was a filmmaker.

Since releasing The Marina Experiment internationally, I discovered that I am helping other people that I would otherwise never have the opportunity to help. My audience has proven to be anyone who has suffered any kind of trauma, from adults struggling with relationship issues brought on by the emotional damage caused by their childhood abuse, to Vietnam vets burdened with post-traumatic stress disorder. Based on the many emails I have gotten through my website, it seems that anyone who has experienced trauma or been close to someone who has, benefits from viewing The Marina Experiment because it provides evidence that validates his or her own experiences, which in turn promotes healing. For the skeptical, The Marina Experiment is cause for further investigation.

(TRADUÇÃO LIVRE)

“The Marina Experiment” (O Experimento Marina, tradução livre) foi criado para o meu terapeuta, para ilustrar como a “evidência” que encontrei nos arquivos de meu pai fezia me sentir. Eu estava em terapia quando eu descobri os arquivos, e inicialmente eu trouxe cada item para discutir em terapia. Gostava de trazer o gravador de rolo do meu pai e tocar cada fita de áudio, às vezes apenas trazer uma fotografia para falar. Eventualmente eu pensava em editar no meu computador porque achava que a edição seria uma boa maneira de organizar toda a documentação do me pai, comecei editando cenas muito curtas. Eu tinha lido uma entrevista com David Lynch, que disse que ele escreve as cenas em pequenas fichas, em seguida, embaralha-los para fazer um filme, e é isso que eu fiz com as minhas cenas editadas, simplesmente arrastava e colocava as cenas lado a lado para fazer o meu filme . Um dia mostrei para um bom amigo quez disse: “Você deve enviá-lo para um festival de cinema”, foi o que eu fiz, e o filme ganhou como Melhor Documentário. De repente eu era uma cineasta.

Assim que lancei “The Marina Experiment” internacionalmente, descobri que estou ajudando outras pessoas que de outra maneira nunca teria a oportunidade de ajudar. Meu público provou ser qualquer pessoa que tenha sofrido qualquer tipo de trauma, de adultos que lutam com problemas de relacionamento provocadas pelo dano emocional na infância, a veteranos do Vietnã sobrecarregados com pós-traumático. Com base nos muitos e-mails que tenho recebido através do meu site, parece que qualquer um que tenha experimentado um trauma ou esteve próximo de alguém que tenha, irá se beneficiar ao assitir “The Marina Experiment” porque fornece evidências que validam suas próprias experiências, que por sua vez, promove a cura. Para os descrentes, “The Marina Experiment” é motivo de uma investigação mais aprofundada.